Descontei o estresse do trabalho na minha mãe e as palavras foram duras. A culpa me paralisou.

Eu pedia desculpas a ela, mas não conseguia me perdoar. Meu ego dizia: "Você foi cruel, não merece paz".

Uma pergunta mudou tudo: "Por que você não se perdoa como perdoa as outras pessoas?".

Fiz um ritual: escrevi uma carta para mim mesma, acolhendo minha fragilidade e minha humanidade.

Expertise NutraGlow: Aceitar nossa imperfeição é libertador. Perdoar-se é o maior ato de amor-proprio.

Hoje, quando erro, tento ser minha melhor amiga, não minha maior juíza. A paz começou em mim.

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