Um dia, eu decidi.

Não seria mais refém de um pedaço de tecido.

Peguei o vestido apertado.

E fiz um ajuste simples na costureira.

Para que ele ficasse confortável no meu corpo de agora.

Foi um ato de rendição e aceitação.

Pela primeira vez, a roupa servia a mim, e não o contrário.