O espelho era meu juiz mais severo.

A primeira coisa que eu via era o "defeito", a "falha".

O meu reflexo virava um gatilho de autocrítica e insegurança.

Eu estava em uma luta diária contra mim mesma.

Percebi que eu tratava a mim mesma de uma forma que jamais trataria uma amiga.

Eu precisava parar a guerra e assinar a paz comigo.

O espelho tinha que deixar de ser julgamento e virar encontro.