Eu tinha uma crítica morando na minha cabeça.

Ela era dura, implacável e sempre ativa.

Ela me lembrava de cada erro e falha.

Eu me tratava de um jeito que jamais trataria uma amiga.

Percebi que eu era minha própria sabotadora.

Percebi que eu era minha própria sabotadora.

Mudar essa voz foi a decisão mais libertadora.