Eu olhava no espelho e via uma pele opaca, sem vida. Gastava fortunas em cremes, mas o brilho sumia em horas.

O clique: uma amiga me disse que a beleza começa no que a gente ingere. Olhei para a minha cozinha e vi um deserto de nutrientes.

Comecei com o abacate. O erro? Batia com quilos de açúcar! Ri de mim mesma quando percebi que estava inflamando o que queria curar.

Mudei a rota. Troquei o açúcar pelo sal e azeite. Senti minha pele mais elástica, como se estivesse recebendo um hidratante interno.

No parque, percebi que a cenoura me protegia. Enquanto todos ficavam vermelhos, eu tinha um dourado saudável. Fiquei chocada!

Minhas amigas começaram a perguntar: "Ada, o que você fez no rosto?". E a resposta era simples: "Eu comecei a comer minha rotina de beleza".

Hoje, sinto um orgulho enorme de ver que minha cútis reflete minha saúde. Não é milagre, é carinho em cada garfada.