á percebeu que passamos metade da vida pedindo desculpas por existir? Desculpas por discordar, por ocupar espaço, por sermos intensas.
– Aos 22 anos, eu era a rainha da polidez. Achava que meu valor estava em ser "fácil de lidar", mas por dentro eu estava me desintegrando.
O resultado foi uma inflamação na alma. Minha pele ficou cinza, meu olhar opaco. Eu sofria de "excesso de bondade" e falta de limites.
O Erro: Tentei ser a "chefe amiga". Aceitava tudo, trabalhava dobrado e queria que todos gostassem de mim. O corpo cobrou o preço.
O Despertar: Percebi que ninguém me admirava; apenas estavam confortáveis com a minha falta de limites. Eu era um degrau para o sucesso alheio.
O Ajuste: Assumi o controle do meu trono. Aprendi que ser chamada de "difícil" é o maior elogio: significa que não sou manipulável.
O brilho real não vem de cremes, mas de parar de pedir permissão. Pronta para resgatar a "mulher difícil" que habita em você?