Eu passei anos acreditando que ser uma "mulher de sucesso" era ser uma doadora incansável. Se eu não estivesse exausta, sentia que não estava sendo útil o suficiente.

Olhava para quem fazia rituais de pele ou descansava com um mistério de inveja e julgamento. Para a "velha eu", autocuidado era um luxo fútil de quem não tinha obrigações.

Eu era uma máquina de produtividade prestes a pifar, uma casca vazia. Até que li a frase que mudou tudo: "Você não pode servir de uma jarra vazia."

O livro me confrontou. Eu não estava sendo generosa; estava sendo negligente com a minha própria vida. E o pior: entregava para os outros uma versão irritada e sem alma.

Entendi que cuidar de mim não era me retirar do mundo, mas me equipar para estar nele por inteiro. O "egoísmo" era, na verdade, autopreservação.

Saí da cultura do sacrifício para entrar na cultura da preservação. Hoje, o "não" é uma frase completa e o autocuidado é o meu combustível, não o meu prêmio.

Descobri que quando eu estou bem cuidada, tudo ao meu redor floresce. Minha jarra transborda presença, criatividade e brilho real. Você aceita o convite para se priorizar?