Se achava a rainha da oratória? Eu também! Até perceber que era uma farsa total.

– Descobri que enquanto o outro falava, eu só montava meu roteiro mental de resposta.

Eu recarregava minha "arma verbal" em vez de acolher o que a pessoa estava dizendo.

O choque veio numa reunião: eu assentia com a cabeça, mas estava a quilômetros de distância.

Admitir que era uma impostora na escuta foi o soco no estômago necessário para mudar.

Escutar não é ser eficiente, é ser presente. O "uhum" automático não engana ninguém!

Quer saber como quebrei esse ciclo vicioso? Te conto meu segredo no blog!