Se você me visse na varanda, de olhos fechados às 8h da manhã, pensaria que estou "perdendo meu tempo parada". Na verdade, estou em plena "fotossíntese humana".
– um tempo em que eu vivia na "caverna moderna". Passava menos de 10 minutos sob luz natural. Eu achava que o peso nos ombros era estresse, mas era falta de sol.
– Acordar exausta após 8 horas de sono? Esse era meu "nevoeiro mental". Meu corpo estava perdido, sem o sinal luminoso que diz: "É hora de estar viva!".
Entendi que a luz não é um luxo estético; é um nutriente. Assim como as plantas da minha sala, eu murcho sem o contato intencional com o céu.
Decidi que minha primeira reunião do dia seria comigo mesma, ao ar livre. Sem vidros, sem filtros, apenas eu e a claridade que regenera minhas células.
Hoje, buscar o sol é um ato de honrar a pele que habito. É aceitar minhas marcas sob a luz e entender que minha vitalidade vem da natureza.
E você? Já saiu da sua "caverna" hoje para sentir a recarga acontecer? O sol está esperando para te abastecer.