O brilho da geladeira aberta Amiga, você já se pegou vasculhando a despensa tarde da noite sem nem saber o que procura? Eu, Ada, já estive aí. Eu não buscava comida, buscava silenciar um dia que foi "demais".

O abraço que ninguém deu Muitas vezes, a gente busca no prato o "parabéns" que o chefe esqueceu ou o carinho que não veio. A comida acaba virando o prêmio de consolação para uma alma faminta de visibilidade.

O meu episódio do "buraco no peito" Lembra daquela minha sexta exaustiva no CLT? Comi uma lata de leite condensado inteira. No fim, o vazio continuava lá, agora acompanhado de azia e tristeza. Eu estava me agredindo, não me cuidando.

O açúcar como anestésico químico Não é falta de força de vontade. É o seu cérebro buscando dopamina para entorpecer uma dor. O açúcar é um abraço químico, mas o efeito passa e a ferida emocional continua aberta.

O que seu desejo diz? Vontade de doce? Sua alma pede colo. Vontade de crocante? É frustração contida na mandíbula. Aprender a "conversar" com sua fome é o primeiro passo para a sua soberania.

Troque o prato pelo toque Descobri que uma massagem facial me acalmava mais que o chocolate. O toque das minhas mãos no meu rosto sinaliza ao cérebro: "Eu estou cuidando de você". O desejo diminui na hora.

Você não é um erro Sua fome é uma bússola mostrando onde você se abandonou. Vamos aprender a nos preencher com o que realmente importa? Toque abaixo para ler o artigo completo no Nutraglow.me!