Houve um dia em que a ansiedade me levou ao chão do quarto.

O mundo girava. O medo era real e o corpo estava em pânico total.

Eu lutei contra a crise. Tentei controlar o incontrolável.

Foi no ponto mais baixo que eu tive a maior clareza.

A crise me ensinou que minha luta só a alimentava.

Minha única âncora era o ar que eu podia puxar. A respiração me salvou.

A sua maior força se revela no seu ponto de maior vulnerabilidade.