Eu vivia presa na rotina do escritório, seguindo regras e esquecendo de mim. O relógio do monitor era meu único guia.

Minha energia oscilava e eu não entendia o porquê. Tinha dias de pique total e outros em que só queria me esconder.

Uma amiga me deu o estalo: "Está vindo a Lua Nova. Que tal plantar intenções?". Olhei para o céu e ela nem estava lá.

Tentei começar meu livro de memórias familiares como se fosse um relatório de trabalho. Travei. Queria perfeição.

Na Lua Nova, aprendi: é hora de plantar a semente, mesmo sem ver o caminho todo. Defini escrever só uma frase por dia.

"O cheiro do café da vovó..." A primeira frase saiu tímida, mas saiu! Respeitei o silêncio produtivo da lua escura.

Descobri que ser corajosa para começar é melhor do que planejar sem agir. Quer saber como iniciei meu ciclo? Vem ler!