A promessa era o paraíso: proteção e cobertura em um só passo. Mas minha gaveta virou um cemitério de protetores alaranjados.
O trauma do almoço de domingo: usei uma "cor universal" e, duas horas depois, meu rosto estava três tons acima do meu pescoço.
Eu me senti péssima. Parecia que minha cabeça estava flutuando, desconectada do corpo. Era a tal da oxidação agindo!
Achei que o problema era minha pele "difícil", mas o erro era meu: eu confiava na primeira impressão sob a luz do banheiro.
Entendi que o protetor precisa de tempo para "assentar" e reagir com a nossa oleosidade. A cor real só aparece depois de 20 minutos.
Quando parei de lutar contra a química e comecei a observar meu subtom, o efeito máscara finalmente desapareceu.
Hoje, meu protetor é invisível. As pessoas elogiam minha pele, não a minha base. E esse é o verdadeiro glow!