"Você é muito chata, sempre diz não!". Eu ouvi isso muito, mas parei de sentir culpa por ser "mala".
O FOMO (medo de ficar de fora) é uma armadilha. Minha saúde mental vale mais do que qualquer evento social forçado.
Outro teste: a festa da firma com karaokê e open bar. O corpo pedia cama, o coração pedia paz.
Recusei com um sorriso: "Vou passar no meu ritmo hoje". Enquanto eles cantavam, eu comia meu miojo em paz.
Resultado? Acordei renovada, sem ressaca e com disposição total para o trabalho no dia seguinte.
Meus laços se fortaleceram. Quem gosta de mim respeita meu tempo de recarregar as baterias.
Descobri que ser "chata" é libertador. Quer saber como estabilizei minha ansiedade dizendo não? Vem ver!