Sexta-feira, 16h. O cansaço da CLT batendo e o convite: "Ada, vamos pra balada?".
Minha resposta foi na lata: "Deus me livre! Prefiro minha série e chocolate". Me chamaram de chata, mas eu fui pra casa.
No sábado, o choque. Muitos colegas não apareceram. O chefe estava furioso, mas o pior estava por vir.
– O Zé, a Vitória e o Silva sumiram. O senhor Robert, o faxineiro, disse com olhar sério: "Eles nunca mais vão aparecer".
As câmeras estavam desligadas. Ninguém viu nada. O mistério ficou no ar e a polícia nunca os encontrou.
Fiquei congelada. E se eu tivesse ido? Aquele "não" foi o meu maior escudo. Escolher o meu descanso me manteve segura.
Às vezes, dizer não é a decisão mais corajosa (e vital) da sua vida. Leia esse relato completo no blog.