No escritório, eu silenciava minha opinião para me encaixar. Eu sentia que não era a Ada verdadeira, mas uma versão contida e chata.

Na vida pessoal, eu era espontânea e cheia de brilho. Mas, dentro daquele prédio, eu não conseguia mostrar quem eu era de verdade.

Eu achava que fingir era "normal". Pesquisas mostram que 3/4 de nós escondem a identidade no trabalho para tentar se encaixar.

Mas essa máscara tem um custo alto. Reprimir quem você é gera estresse, ombros tensos e até diminui sua imunidade. Eu sentia esse peso.

Cada dia de falsidade era uma energia gasta sendo quem eu não era. Eu estava quase apagando o meu próprio brilho sem perceber.

Percebi que continuar assim me afastava da minha essência. Fingir por muito tempo mina nossa confiança e nos deixa exaustas.

Chegou a hora de tirar a máscara e resgatar minha voz. No blog, conto como comecei essa jornada de liberdade.