Você já pensou no poder das palavras que escolhemos repetir para nós mesmas? Eu decidi fazer de setembro o meu mês de autoconhecimento e empoderamento, repetindo três pequenas frases todos os dias. Essas palavras me ajudaram a encarar dúvidas comuns – “Quem sou eu?”, “Estou buscando o que quero?”, “Será tarde demais?” – e podem inspirar você também a se sentir mais confiante e autêntica. Neste artigo, conversarei com você como se estivéssemos tomando um café, compartilhando minha experiência pessoal e dicas práticas para usar cada uma dessas palavras na sua rotina diária.
Palavra 1: “Quem sou eu?”

Começamos com uma pergunta poderosa: “Quem sou eu?” Muitas vezes, na correria do dia a dia, acabamos perdendo a conexão com nossa essência. Eu mesma já me senti perdida pensando que deveria ser de um jeito que não era. Mas repetir para mim mesma essa pergunta todos os dias me ajudou a redescobrir minhas paixões, valores e aquilo que realmente importa na minha vida. Quando pergunto “Quem sou eu?”, eu me lembro de olhar no espelho e reconhecer minhas qualidades, mesmo que pequenas: aquela garota de 24 anos que já superou desafios, ri de si mesma e está sempre aprendendo algo novo.
Prática diária: Reserve alguns minutos ao acordar ou antes de dormir e pergunte “Quem sou eu?” com curiosidade, não com crítica. Anote suas primeiras ideias no papel. Você pode escrever uma lista de três qualidades suas ou lembrar de um momento em que se sentiu genuína. Essa pequena reflexão ajuda a fortalecer sua identidade. Especialistas apontam que repetir afirmações positivas reforça as crenças sobre si mesma. Então, antes de falar “não sou suficiente” ou “não mereço”, experimente afirmar em voz alta algo como “Eu sou quem sou e isso é o melhor que posso ser hoje”. Com o tempo, seu cérebro começa a aceitar essa “nova realidade” sobre você.
Dicas práticas para autoconhecimento
Jornal diário: Pegue um caderno e escreva em 5 minutos quem você é agora. Liste sonhos, medos, hobbies.
Espelho amigável: Todo dia, olhe-se no espelho e diga algo positivo sobre você (ex.: “Sou criativa” ou “Mereço amor”). Isso parece simples, mas nosso cérebro tende a acreditar nas repetições.
Conheça-se melhor: Converse consigo mesma no banho ou no carro: imagine que sua melhor amiga te faz a pergunta “quem é você?”. O que você responderia? Essa simulação pode revelar muito sobre sua essência.
Lembre-se: cultivar pensamentos positivos sobre si mesma cria uma mentalidade otimista. Estudos indicam que quem tem esse olhar positivo é mais resiliente e criativa diante dos desafios. Em vez de “Não sei nada”, a ideia é reforçar “Estou aprendendo e vou melhorar”. Essa mudança interna faz você se sentir mais segura e confiante.
Palavra 2: “Estou buscando o que quero?”

A segunda frase que falo todos os dias é “Estou buscando o que quero?”. Essa pergunta me lembrou que sou protagonista dos meus sonhos, não uma espectadora. Às vezes a rotina vem forte e deixamos para amanhã. Eu percebi que, ao repetir essa pergunta, eu me forço a avaliar minhas atitudes do dia: “Hoje fiz algo por mim?” ou “Fiquei só reclamando e não agi?”. Por exemplo, quando eu decidi cursar algo fora da faculdade, toda manhã eu me perguntava “Será que hoje escrevi um e-mail para aquela escola?” ou “Li pelo menos um artigo sobre o assunto?”. Aos poucos, essas ações pequenas me levaram a conquistar meu objetivo.
Especialistas também reforçam a importância de manter claro o que queremos. Como diz um estudo, ter uma visão definida dos nossos sonhos e reafirmá-la diariamente faz com que nossas ações se alinhem a eles. Isso quer dizer: quanto mais você disser para si mesma “eu posso” e focar na meta, mais naturalmente você agirá no rumo certo. Não precisa complicar: faça uma lista do que deseja (uma viagem, uma promoção, cuidar da saúde, etc.) e repita para si mesma afirmativas curtas como “Eu mereço conquistar X” ou “Estou a cada dia mais perto do meu objetivo”.
Como transformar essa pergunta em ação
Defina pequenas metas diárias: Se o seu objetivo é grande (como aprender um instrumento ou mudar de emprego), quebre-o em passos de 5-10 minutos por dia. Colocar o violão no canto e tocar uma nota já é melhor do que nada! Esses passos diários são como tijolinhos para sua conquista.
Use lembretes visuais: Coloque post-its com palavras-chave (como “foco”, “ousar”) em lugares que você veja. Toda vez que olhar, relembre seu objetivo. Como diz a pesquisa, repetir seu foco diariamente mantém suas ações alinhadas com o que você quer.
Reavalie com carinho: Se sentir que não avançou como queria, não se culpe. Em vez disso, questione-se: “O que eu faço hoje para chegar lá?” às vezes é só uma caminhada de 10 minutos que seu corpo precisava. Mantenha a autocompaixão: celebre até as conquistas pequenas, como conseguir aquela tarefa importante no trabalho ou falar bem numa reunião. Isso te motiva a continuar.
Assim, ao fazer de “Estou buscando o que quero?” um mantra, você vira a chave do piloto automático para um modo mais intencional. Em vez de “talvez um dia”, você passa a agir em direção ao “vou conquistar isso”. A prática consistente dessas atitudes prova que, mesmo nas menores ações, a vida vai mudando. Afinal, como diz Caio Fernando Abreu no Pensador: “Nunca é tarde pra pegar uma velha história e escrever um novo final.” (Mesmo que a gente não cite isso como fonte acadêmica, é o tipo de lembrança que reforça: o futuro está no presente que você faz agora.)
Palavra 3: “Será tarde demais?”

A terceira expressão que uso é cheia de significado: “Será tarde demais?”. Você já sentiu aquele friozinho na barriga pensando no fim do ano ou comparando sua vida com a das amigas? Eu sei bem como é. Quando eu tinha 22 anos, ficava preocupada achando que já era tarde pra fazer algo grande, mas conforme cresci descobri que esse pensamento é mais comum do que parece. Especialistas explicam que, perto do fim do ano ou em épocas de mudança, ficamos naturalmente ansiosas. O organismo sente uma urgência – “o tempo está acabando” – e nosso cérebro começa a destacar aquilo que não fizemos ainda. A psiquiatra Cintia Braga até diz que essa sensação de “tempo perdido” se torna predominante nessa fase.
Mas olha: não precisa se afobar, não! Uma das melhores lições que aprendi é que cada pessoa tem seu tempo. Até em pesquisas sobre ansiedade de fim de ano recomendam praticar autocompaixão e ajustar as expectativas para aliviar essa pressão. Isso significa olhar para si mesma sem tanto julgamento: “Fiz o que pude até aqui” e “Ainda tenho muitos dias pela frente”. Na prática, eu digo para mim mesma frases como “Tenho tempo para construir minha história” ou até “Quem sabe algo incrível ainda está por vir”. O simples fato de reconhecer que é normal ter medo do tempo passando já é um grande passo.
Para enfrentar de vez essa dúvida, tente algumas atitudes: reserve uns minutos para planejar o próximo mês com calma, sem exagerar nas cobranças. Reflita sobre as coisas que você já conquistou em vez de só listar o que falta. É um ato poderoso escrever uma lista de vitórias – pode ser terminar um livro, aprender a cozinhar um prato novo, cuidar de alguém… A própria pesquisa mostra que celebrar até as vitórias pequenas reforça nossa gratidão e reduz a autocrítica. Ou seja, todo avanço, por menor que seja, importa para lembrar que você está no caminho certo.
Abraçando o presente

Silencie a comparação: As mídias sociais podem nos fazer pensar que todo mundo está adiantado. Lembre-se: o dia de cada pessoa tem 24 horas. Seu tempo é valioso do seu jeito. Se lá na frente você quiser fazer algo “diferente”, lembre-se de histórias de pessoas que reinventaram suas vidas após os 30, 40 ou mais. Idade é sinal de experiência, não de limitação!
Aja hoje: Em vez de pensar “Será tarde demais se eu não começar amanhã?”, invista um minuto fazendo algo pelo que você quer. Pode ser pesquisar um curso, mandar uma mensagem para quem pode ajudar na sua meta ou até respirar fundo e dizer que sim, você merece tentar. Pequenas ações curam a ansiedade gerada pelo tempo.
Encontre inspiração: Leia ou escute histórias de recomeços. Um exemplo clássico (e provado pela ciência do psicológico) é que a repetição de ideias fortalece nossa crença nelas. Foi o que o estudo sobre crenças mostrou: ouvir algo várias vezes faz com que a gente acabe acreditando mais, mesmo que antes achássemos “impossível”. Então, se você repetir frases positivas sobre o seu futuro e dizer para si mesma que ainda dá tempo, seu cérebro aos poucos vai confiar nesse novo roteiro de vida.
Conclusão acolhedora e chamada para ação
Em resumo, essas três palavras – Quem sou eu?, Estou buscando o que quero? e Será tarde demais? – viraram um mantra que me guia todos os dias de setembro. Elas me ajudam a me manter fiel a mim mesma, focada nos meus sonhos e tranquila quanto ao tempo. A cada passo, vou aprendendo que crescer é um processo e que viver e experimentar são as melhores professoras.
Agora quero ouvir você: que palavras podem servir como âncoras na sua vida? Gostou de alguma dica? Que tal escolher uma das frases acima e repetir esta semana? Experimente e depois volte aqui nos comentários para contar como foi. Compartilhe sua experiência: quais reflexões surgiram com “Quem sou eu?”, ou que ação você tomou depois de perguntar “Estou buscando o que quero?”. Juntas, podemos criar uma corrente de motivação! Afinal, cada história tem o poder de inspirar outras mulheres. Deixe sua mensagem, inspire e seja inspirada.
Você não está sozinha nessa jornada – somos cúmplices nessa conversa e eu mal posso esperar para saber das suas descobertas. Comente abaixo e compartilhe esse post com suas amigas que também querem encerrar o ano com um salto de confiança! Vai ser lindo ver nossa comunidade crescendo e aprendendo cada dia mais, lado a lado.
Fontes: Estudos mostram que repetir afirmações positivas fortalece nossa mente e ações. Manter foco diário nos nossos desejos alinha nosso comportamento a eles. E lembre-se: pesquisas em psicologia indicam que reforçar metas realistas e celebrar cada pequena vitória diminui a ansiedade de fim de ano. Você merece todo esse cuidado e confiança em si!





